Campanhas
CHANGAN * LEAPMOTOR * CITROEN * TOYOTA * XPENG * BYD * PEUGEOT * OPEL * JEEP * HONDA * HYUNDAI * KIA
Campanhas
Close icon
Hamburguer Menu
Guia do Automóvel - Logo

Citroën BX GTi: performance, inovação e um fim ditado pelas novas regras de emissões

Antes de se tornar um ícone no segmento dos automóveis desportivos, a história começa com o próprio BX: apresentado junto à Torre Eiffel e posteriormente lançado no Salão Automóvel de Paris em outubro de 1982, concebido pelo estúdio de design italiano Bertone sob a orientação de Marcello Gandini. Foi a partir deste sucesso que, na sequência da sua renovação em julho de 1986, nasceu a versão mais desportiva da gama: o BX GTi, que quarenta anos após a sua estreia, continua profundamente enraizado na memória coletiva como uma das berlinas mais memoráveis da sua época.

Francisco Pinto
Francisco Pinto
Citroën BX GTi: performance, inovação e um fim ditado pelas novas regras de emissões

UMA BERLINA CONCEBIDA PARA ALIAR PERFORMANCE E VERSATILIDADE

Quando o BX GTi chegou à gama, em 1986, tinha uma ambição clara: combinar as credenciais desportivas com um nível de conforto superior, digno de um verdadeiro familiar.

Esta renovação trouxe guarda-lamas dianteiros e traseiros mais largos, para-choques mais envolventes e pintados na cor da carroçaria e piscas brancos, agora alinhados com os faróis. Toda a carroçaria recebeu ainda um tratamento de galvanização para prevenir a corrosão.

Com 4,24 metros de comprimento - atualmente, o Citroën mais próximo destas dimensões é o Citroën C4 -, o BX GTi apresenta uma silhueta imediatamente reconhecível. Destacam-se o spoiler traseiro, os faróis de nevoeiro dianteiros herdados do BX Sport, as jantes específicas e os pneus próprios deste modelo. Os discretos logótipos “GTi”, presentes nos painéis laterais traseiros e na porta da bagageira, identificam-no como um dos modelos desportivos da gama BX.

Debaixo do capot encontra-se um motor de quatro cilindros e oito válvulas, equipado com injeção eletrónica de combustível, que desenvolve 125 cv e 175 Nm de binário às 4.500 rpm. Com apenas 1.025 kg, o BX GTi tinha uma relação peso/potência de 8,2 kg/cv, permitindo-lhe percorrer 1 km em 30 segundos com o pé a fundo em linha reta e atingir uma velocidade máxima de 200 km/h.

Para além dos números, o BX GTi destacava-se pela facilidade de utilização no dia a dia. A sua versatilidade permitia-lhe responder tanto às expectativas dos condutores mais apaixonados como às necessidades práticas de uma utilização quotidiana.

Xpeng G9
Xpeng G9
O Citroen BX acabou por se tornar um dos maiores sucessos da Citroën, com mais de 2,3 milhões de unidades produzidas até 1994.
Citroën BX GTi: performance, inovação e um fim ditado pelas novas regras de emissões

O CONFORTO DA CITROËN PARA O PRAZER DE CONDUÇÃO

Fiel à tradição da marca, o BX GTi apresentava suspensão hidropneumática, endurecida nesta versão em comparação com as restantes da gama BX, de forma a realçar o seu carácter desportivo. Contava ainda com quatro travões de disco, direção assistida e ABS opcional.

A experiência a bordo era enriquecida por uma gama de equipamento particularmente generosa para a época, que incluía bancos em veludo ajustáveis em altura, espelho retrovisor elétrico do lado do passageiro, fecho centralizado, um painel de instrumentos personalizado com seis mostradores, uma luz de aviso para portas que não estivessem devidamente fechadas e pré-instalação de rádio.

Como equipamento opcional, a Citroën disponibilizava ainda bancos em pele, teto de abrir elétrico, computador de bordo, jantes de liga leve e ar condicionado.

Assim, o BX GTi conseguia manter um excelente nível de conforto sem comprometer o seu carácter dinâmico. Esta dualidade era um dos seus principais pontos fortes e desempenhou um papel fundamental no seu sucesso.

UM AUMENTO DE POTÊNCIA MARCADO PELA INOVAÇÃO

Um importante ponto de viragem ocorreu em 1988, com a chegada do BX GTI 16-Valve, equipado com o novíssimo motor XU9J4 de 1.905 cm³, que desenvolvia 160 cv às 6.500 rpm. A sua velocidade máxima era de 218 km/h e acelerava dos 0 aos 100 km/h em 7,9 segundos, com ABS de série. Tornou-se assim o primeiro automóvel francês produzido em série a ser equipado com um motor multiválvulas. No exterior, o 16 Válvulas apresenta um visual mais elegante, com para-choques na cor da carroçaria com faixas decorativas pretas, saias laterais e jantes de liga leve. A suspensão foi reajustada para corresponder ao desempenho melhorado desta versão. No interior, o habitáculo é totalmente preto, com bancos que oferecem um melhor apoio e um volante desportivo de três raios.

Em 1989 foi adicionada à gama uma nova versão do GTi de 8 válvulas: o BX GTi 4X4, que oferecia uma condução surpreendentemente eficiente em estrada, bem como um desempenho impressionante em piso irregular. O sistema de tração permanente às quatro rodas consiste numa caixa de transferência na frente e num diferencial de deslizamento limitado no eixo traseiro, com o binário distribuído numa proporção 53/47 entre a frente e a traseira. Um comando elétrico permite bloquear o diferencial central para ajudar o automóvel a sair das situações mais difíceis.

A gama GTi continuou a evoluir ao longo dos anos: a partir de 1990, toda a gama foi adaptada para funcionar com gasolina 98 octanas, o que reduziu a sua potência para 123 cv sem afetar nem o desempenho nem o consumo de combustível. Em julho de 1991, as jantes de liga leve e o volante desportivo do modelo de 16 válvulas passaram a ser de série, enquanto a direção assistida foi introduzida de série em toda a gama, juntamente com um isolamento acústico melhorado. Um ano mais tarde, em 1992, o ar condicionado passou também a ser de série, tal como os estofos pretos e um depósito de combustível de 66 litros para toda a gama BX.

Por fim, em 1993, com a introdução generalizada do catalisador, o BX GTi despediu-se e foi retirado do catálogo, encerrando assim uma década durante a qual a Citroën tinha inovado constantemente e incorporado rapidamente novas tecnologias.

Citroën BX GTi: performance, inovação e um fim ditado pelas novas regras de emissões

Antes de se tornar um ícone no segmento dos automóveis desportivos, a história começa com o próprio BX: apresentado junto à Torre Eiffel e posteriormente lançado no Salão Automóvel de Paris em outubro de 1982, concebido pelo estúdio de design italiano Bertone sob a orientação de Marcello Gandini. Foi a partir deste sucesso que, na sequência da sua renovação em julho de 1986, nasceu a versão mais desportiva da gama: o BX GTi, que quarenta anos após a sua estreia, continua profundamente enraizado na memória coletiva como uma das berlinas mais memoráveis da sua época.

Francisco Pinto
Francisco Pinto
Citroën BX GTi: performance, inovação e um fim ditado pelas novas regras de emissões

UMA BERLINA CONCEBIDA PARA ALIAR PERFORMANCE E VERSATILIDADE

Quando o BX GTi chegou à gama, em 1986, tinha uma ambição clara: combinar as credenciais desportivas com um nível de conforto superior, digno de um verdadeiro familiar.

Esta renovação trouxe guarda-lamas dianteiros e traseiros mais largos, para-choques mais envolventes e pintados na cor da carroçaria e piscas brancos, agora alinhados com os faróis. Toda a carroçaria recebeu ainda um tratamento de galvanização para prevenir a corrosão.

Com 4,24 metros de comprimento - atualmente, o Citroën mais próximo destas dimensões é o Citroën C4 -, o BX GTi apresenta uma silhueta imediatamente reconhecível. Destacam-se o spoiler traseiro, os faróis de nevoeiro dianteiros herdados do BX Sport, as jantes específicas e os pneus próprios deste modelo. Os discretos logótipos “GTi”, presentes nos painéis laterais traseiros e na porta da bagageira, identificam-no como um dos modelos desportivos da gama BX.

Debaixo do capot encontra-se um motor de quatro cilindros e oito válvulas, equipado com injeção eletrónica de combustível, que desenvolve 125 cv e 175 Nm de binário às 4.500 rpm. Com apenas 1.025 kg, o BX GTi tinha uma relação peso/potência de 8,2 kg/cv, permitindo-lhe percorrer 1 km em 30 segundos com o pé a fundo em linha reta e atingir uma velocidade máxima de 200 km/h.

Para além dos números, o BX GTi destacava-se pela facilidade de utilização no dia a dia. A sua versatilidade permitia-lhe responder tanto às expectativas dos condutores mais apaixonados como às necessidades práticas de uma utilização quotidiana.

Galp
Galp
O Citroen BX acabou por se tornar um dos maiores sucessos da Citroën, com mais de 2,3 milhões de unidades produzidas até 1994.
Citroën BX GTi: performance, inovação e um fim ditado pelas novas regras de emissões

O CONFORTO DA CITROËN PARA O PRAZER DE CONDUÇÃO

Fiel à tradição da marca, o BX GTi apresentava suspensão hidropneumática, endurecida nesta versão em comparação com as restantes da gama BX, de forma a realçar o seu carácter desportivo. Contava ainda com quatro travões de disco, direção assistida e ABS opcional.

A experiência a bordo era enriquecida por uma gama de equipamento particularmente generosa para a época, que incluía bancos em veludo ajustáveis em altura, espelho retrovisor elétrico do lado do passageiro, fecho centralizado, um painel de instrumentos personalizado com seis mostradores, uma luz de aviso para portas que não estivessem devidamente fechadas e pré-instalação de rádio.

Como equipamento opcional, a Citroën disponibilizava ainda bancos em pele, teto de abrir elétrico, computador de bordo, jantes de liga leve e ar condicionado.

Assim, o BX GTi conseguia manter um excelente nível de conforto sem comprometer o seu carácter dinâmico. Esta dualidade era um dos seus principais pontos fortes e desempenhou um papel fundamental no seu sucesso.

UM AUMENTO DE POTÊNCIA MARCADO PELA INOVAÇÃO

Um importante ponto de viragem ocorreu em 1988, com a chegada do BX GTI 16-Valve, equipado com o novíssimo motor XU9J4 de 1.905 cm³, que desenvolvia 160 cv às 6.500 rpm. A sua velocidade máxima era de 218 km/h e acelerava dos 0 aos 100 km/h em 7,9 segundos, com ABS de série. Tornou-se assim o primeiro automóvel francês produzido em série a ser equipado com um motor multiválvulas. No exterior, o 16 Válvulas apresenta um visual mais elegante, com para-choques na cor da carroçaria com faixas decorativas pretas, saias laterais e jantes de liga leve. A suspensão foi reajustada para corresponder ao desempenho melhorado desta versão. No interior, o habitáculo é totalmente preto, com bancos que oferecem um melhor apoio e um volante desportivo de três raios.

Em 1989 foi adicionada à gama uma nova versão do GTi de 8 válvulas: o BX GTi 4X4, que oferecia uma condução surpreendentemente eficiente em estrada, bem como um desempenho impressionante em piso irregular. O sistema de tração permanente às quatro rodas consiste numa caixa de transferência na frente e num diferencial de deslizamento limitado no eixo traseiro, com o binário distribuído numa proporção 53/47 entre a frente e a traseira. Um comando elétrico permite bloquear o diferencial central para ajudar o automóvel a sair das situações mais difíceis.

A gama GTi continuou a evoluir ao longo dos anos: a partir de 1990, toda a gama foi adaptada para funcionar com gasolina 98 octanas, o que reduziu a sua potência para 123 cv sem afetar nem o desempenho nem o consumo de combustível. Em julho de 1991, as jantes de liga leve e o volante desportivo do modelo de 16 válvulas passaram a ser de série, enquanto a direção assistida foi introduzida de série em toda a gama, juntamente com um isolamento acústico melhorado. Um ano mais tarde, em 1992, o ar condicionado passou também a ser de série, tal como os estofos pretos e um depósito de combustível de 66 litros para toda a gama BX.

Por fim, em 1993, com a introdução generalizada do catalisador, o BX GTi despediu-se e foi retirado do catálogo, encerrando assim uma década durante a qual a Citroën tinha inovado constantemente e incorporado rapidamente novas tecnologias.

Peugeot 208
Desde 19.475€*
Irresistível e divertido de conduzir. Poupa: 3.750€* | Antes: 23.225€ | Depois 19.475€* |
Close
Fechar